“Você me perturba, joga água e sai correndo. Atira pedra e me acerta de raspão, me espia no escuro e mostra língua, me xinga, me atiça. Invade o meu sossego, meu refúgio, pisa no meu ninho com os sapatos sujos, na minha toca, sem saber o meu tamanho, até onde vai meu bote, você me provoca achando que não há perigo.” ( Caio Fernando Abreu)




segunda-feira, 7 de novembro de 2011| 04:03 | 0 comentários

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